Despindo a bailarina


Quem é você quando a bailarina se desmonta? No fundo, ainda me mantenho um pouco bailarina, um pouco clássica, mas abro espaço para as minhas outras versões. É importante se conhecer, saber quem a gente é. Por que a gente dança, por que “vestimos” a bailarina?

Quando ela entra em cena e quando ela sai? Podemos ser tantas! Nós somos múltiplas e tudo bem. Sai o cisne, entra a bruxa, a camponesa, a Mulher Selvagem, por que não? Sentir todas elas dentro de nós é, na verdade, um privilégio.